Dayane
Ankosqui.

Eu tinha 13 anos quando comecei a fotografar e, hoje, tenho 28. Meu primeiro casamento foi aos 15. Sim, enquanto meus amigos estudavam a fórmula de Bhaskara, eu descobria que a vida real é feita de momentos que não voltam. E, desde então, nunca mais parei. Nessa jornada, tive a sorte de aprender muito, viajar por boa parte desse mundo e a honra de trabalhar com fotógrafos incríveis que admiro até hoje.

Eu costumo dizer que minha fotografia tem a alma documental, porque é no inesperado que acredito estar a verdadeira beleza – na risada que explode sem aviso, no abraço apertado que não foi ensaiado, no olhar que diz tudo sem precisar de legenda. Casamento, para mim, não é sobre uma estética perfeita; é sobre energia, sobre sentir. Sobre viver aquele dia com tudo que ele carrega – o caos, a alegria, a mágica acontecendo sem nenhum roteiro.

Além da fotografia, me aventuro também com a CELÈSTIA, minha marca, onde minha criatividade se veste e passeia pelo mundo da moda. Mas, no fim do dia, meu coração bate mais forte mesmo é quando estou ali, no meio da festa, com a câmera na mão, vivendo a emoção junto com quem está diante da minha lente. E é assim que vejo o mundo: um mix de música boa, sorrisos soltos, gente reunida e sempre um motivo para celebrar.

Porque, se tem uma coisa que aprendi desde os 13, é que a vida não espera. E é por isso que sigo fazendo o que faço de melhor: contar histórias antes que elas virem memória.

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