Dayane
Ankosqui.

Eu tinha 13 anos quando comecei a fotografar e, hoje, tenho 27. Façam as contas, porque eu sou de humanas, mas já se passaram alguns bons anos. Meu primeiro casamento foi aos 15. Sim, enquanto meus amigos estudavam a fórmula de Bhaskara, eu descobria que a vida real é feita de momentos que não voltam. E, desde então, nunca mais parei. Nessa jornada, tive a sorte de aprender muito, viajar muito e a honra de trabalhar com fotógrafos incríveis que admiro até hoje.

Eu costumo dizer que minha fotografia tem a alma documental, porque é no inesperado que acredito estar a verdadeira beleza — na risada que explode sem aviso, no abraço apertado que não foi ensaiado, no olhar que diz tudo sem precisar de legenda. Casamento, para mim, não é sobre uma estética perfeita; é sobre energia, sobre sentir. Sobre viver aquele dia com tudo que ele carrega — o caos, a alegria, a mágica acontecendo sem nenhum roteiro.

Além da fotografia, me aventuro também com a CELÈSTIA, minha marca, onde minha criatividade se veste e passeia pelo mundo da moda. Mas, no fim do dia, meu coração bate mais forte mesmo é quando estou ali, no meio da festa, com a câmera na mão, vivendo a emoção junto com quem está diante da minha lente. E é assim que vejo o mundo: um mix de música boa, sorrisos soltos, gente reunida e sempre um bom motivo para celebrar.

Porque, se tem uma coisa que aprendi desde os 13, é que a vida não espera. E é por isso que sigo fazendo o que faço de melhor: contar histórias antes que elas virem memória.

Rolar para cima